sábado, 20 de outubro de 2007
Beleza "natural"
Dove:
Dove é uma marca de uma linha de higiene pessoal e beleza, mais comumente lembrada como a marca de um sabonete do Brasil.
Atualmente, a linha de higiene e beleza da marca Dove ganhou novos produtos, tais como xampus, condicionadores e hidratantes.
Durante a II Guerra Mundial, o exército dos Estados Unidos da América utilizou uma fórmula diferente para tratar de seus ferimentos, fórmula esta que deu origem a um sabonete que tempos depois recebeu a pomba (símbolo da paz) como o símbolo de sua marca, exposta ao mercado americano em 1957.
Levado ao Brasil em 1992, a marca obteve expressiva aceitação, e em pouco mais do que uma década no país, tornou-se o quinto maior mercado internacional da marca. Seu apelo publicitário era de que o sabonete continha loção hidratante.
Com bons resultados, a marca diversificou os produtos, e a tornaram uma das marcas referências de higiene, beleza e cuidados pessoais do Brasil. Em 1999 foi lançado no Brasil primeiro produto que deu origem a diversificação da marca, o desodorante Dove. Em 2001 foram lançadas loções hidratantes e em 2002 os primeiros produtos para cabelos de seu portfólio.
Em 2002, os resultados expressivos se tornaram interessantes para a abertura, no Brasil, de uma das únicas três fábricas do produto no mundo, localizada em Valinhos, próximo a Campinas. A inauguração da fábrica acrescentou 60 empregos diretos à região e mais algumas centenas de empregos indiretos, principalmente em fornecedoras de matérias-primas.
Beleza:
Beleza é uma percepção individual caracterizada normalmente pelo que é agradável aos sentidos. Esta percepção depende do contexto e do universo cognitivo do indivíduo que a observa. Através da história da humanidade a relação com a beleza têm sido frequentemente religiosa ou mística e transcendente, logo a beleza foi considerada muitas vezes como "aquilo que se aproxima da Divindade".
Também podemos considerar que beleza é, uma unidade dentro da variedade, unidade essa que deve ser harmônica da paz. A utilização original para a palavra era para denominar exatidão, precisão, eventualmente a palavra adquiriu o significado de simetria Beleza é aquilo que vemos e que podemos interpretar de modos diferentes.
É difícil resumir em palavras o que é o "belo". Mas pode-se afirmar que a beleza é um conjunto de elementos que resultam naquilo que se considera belo. Uma das expressões utilizadas antigamente para definir a beleza feminina: "eram mulheres agradáveis aos olhos" ou "são mulheres formosas a vista".
A idéia de Beleza Humana é transmitida através da mídia, usando como exemplo os modelos e a maioria dos artistas famosos (ser magro, não ter espinhas, olhos claros, pele bronzeada, etc). Muitas pessoas, principalmente as adolescentes e mulheres jovens, tentam ter o corpo considerado perfeito, e acabam tendo várias doenças. Um exemplo clássico é a anorexia, mas também existem outras doenças, como a bulimia.
O que dirá, então, se além da questão espacial, estiver em questão o quesito temporal, de certo que o conceito sofrerá mudanças drásticas. Beleza é algo relativamente ligado ao tempo e ao espaço, isto é, variando de pessoa para pessoa e principalmente, de lugar para lugar. Brad Pitt e Angelina Jolie são símbolo de beleza em nosso tempo (época), mas só é uma unanimidade em nosso espaço (localidade), isto é, no mundo Ocidental ou 'ocidentalizado' como é o caso do Japão.
Para Leonardo Da Vinci, o modelo de beleza foi traduzido pelo quadro Mona Lisa. Para ele, e para o pensamento da época, a mulher bela tinha que preencher, literalmente, o seu 'campo de visão', ou seja, as mulheres tinham que ser 'rechonchudinhas' e trajando muitas roupas! Hoje em dia, o belo é uma mulher 'magrela' com praticamente roupa nenhuma. É comprovado assim, que o conceito de beleza é muito relativo variando através do contexto ( época, espaço etc).
Prometeus New World
Prometeu (em grego, Προμηθεύς — "premeditação") é um titã grego, filho do titã Jápeto e de Ásia (filha de Oceanus) e irmão de Atlas, Epimeteu e Menoécio. Roubou o fogo divino de Zeus para dá-lo aos homens, que assim puderam evoluir e distinguirem-se dos outros animais. Também é dada a Prometeu a criação dos homens. Como castigo Zeus ordenou a Hefesto acorrentá-lo ao cume do monte Cáucaso, onde todos os dias uma águia (ou abutre) ia dilacerar o seu fígado que, por ser Prometeu imortal, regenerava-se. A duração desse castigo era para ser de 30.000 anos. Eventualmente Prometeu foi libertado do seu sofrimento por Hércules que, havendo concluído os seus doze trabalhos dedicou-se a aventuras. No lugar de Prometeu, o centauro Quíron deixou-se acorrentar no Cáucaso, pois a substituição de Prometeu era uma exigência para assegurar a sua libertação. A história foi teatrizada pela primeira vez por Ésquilo no século V a.C. com o título de Prometeus desmotes (Prometeu Agrilhoado/Acorrentado).
Paradoxo da parada de onibus
Um paradoxo é uma declaração aparentemente verdadeira que leva a uma contradição lógica, ou a uma situação que contradiz a intuição comum. Em termos simples, um paradoxo é 'o oposto do que alguém pensa ser a verdade'. A identificação de um paradoxo baseado em conceitos aparentemente simples e racionais tem, por vezes, auxiliado significativamente o progresso da ciência, filosofia e matemática.
A etimologia da palavra paradoxo pode ser traçada a textos que remontam à aurora da Renascença, um período de acelerado pensamento científico na Europa e Ásia que começou por volta do ano de 1500. As primeiras formas da palavra tiveram por base a palavra latina paradoxum, mas também são encontradas em textos em grego como paradoxon (entretanto, o Latim é fortemente derivado do alfabeto grego e, além do mais, o Português é também derivado do Latim romano, com a adição das letras "J" e "U"). A palavra é composta do prefixo para-, que quer dizer "contrário a", "alterado" ou "oposto de", conjungada com o sufixo nominal doxa, que quer dizer "opinião". Compare com ortodoxia e heterodoxo.
Na filosofia moral, o paradoxo tem um papel central nos debates sobre ética. Por exemplo, a admoestação ética para "amar o seu próximo" não apenas contrasta, mas está em contradição com um "próximo" armado tentando ativamente matar você: se ele é bem sucedido, você não será capaz de amá-lo. Mas atacá-lo preemptivamente ou restringi-lo não é usualmente entendido como algo amoroso. Isso pode ser considerado um dilema ético. Outro exemplo é o conflito entre a injunção contra roubar e o cuidado para com a família que depende do roubo para sobreviver.
Deve ser notado que muitos paradoxos dependem de uma suposição essencial: que a linguagem (falada, visual ou matemática) modela de forma acurada a realidade que descreve. Em física quântica, muitos comportamentos paradoxais podem ser observados (o princípio da incerteza de Heisenberg, por exemplo) e alguns já foram atribuídos ocasionalmente às limitações inerentes da linguagem e dos modelos científicos. Alfred Korzybski, que fundou o estudo da Semântica Geral, resume o conceito simplesmente declarando que, "O mapa não é o território". Um exemplo comum das limitações da linguagem são algumas formas do verbo "ser". "Ser" não é definido claramente (a área de estudos filosóficos chamada ontologia ainda não produziu um significado concreto) e assim se uma declaração incluir "ser" com um elemento essencial, ela pode estar sujeita a paradoxos.
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